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CJR Wind: 10 Parques Eólicos em território português no ano de 2015
19 de Fevereiro de 2016
CJR Wind: 10 Parques Eólicos em território português no ano de 2015

Neste artigo a ALER dá a conhecer o trabalho desenvolvido pela sua Associada CJR Wind em território português e cuja experiência esperam aplicar nos países lusófonos.
 

Um total 10 Parques Eólicos (PE) e 202MW de potência instalada foram as palavras de ordem do ano de 2015 para a CJR Wind, em Portugal.
 

Quer seja em funcionamento ou ainda em execução em 2015, o cálculo final é claro, a CJR Wind participou em mais de 200 MW de energia eólica em Portugal. O PE Moimenta I & II; o PE São Cristóvão; o PE Bornes; o PE Lousã II; o PE Candeeiros; o PE Todo-o-Mundo; o PE Chão Falcão; o PE Guardão; o PE Picos Vale do Chão e o PE Sernancelhe foram os projectos que a CJR Wind executou no ano transato.
 

Perante o âmbito de trabalho de BoP (Construção Civil e/ou Instalação Eléctrica) e/ou Instalação Eléctrica e Mecânica de Aerogeradores, a CJR Wind orgulha-se da sua share de participação em cada um destes projectos, que cumpriram com a estratégia prevista. Muito mais que MW acumulados, estes projectos significam a confirmação da forte presença da marca no mercado, solidificando a sua posição perante os stakeholders. Em todas as tarefas estiveram presentes metodologias, técnicas e estratégias da organização, que, culminaram na prestação de um serviço de qualidade, cumprindo prazos e garantindo um preço competitivo.
 

A actuar neste sector desde 2002, a CJR Wind (marca da CJR Renewables para o sector eólico), que integra o Grupo CJR, opera de forma transversal em todas as fases do processo, incluindo projecto e optimização, construção civil, instalação eléctrica, transporte e montagem de aerogeradores. Actualmente presente em mais de 15 países, conta com escritórios em várias geografias da Europa e da América Latina. Em 2015, a CJR Wind esteve envolvida em mais de 40 PEs, e hoje conta com mais de 3300 MW de experiência no mercado. 


A CJR Wind é Associada da ALER desde Maio de 2015 e espera poder levar toda esta experiência para o desenvolvimento de projectos de energias renováveis nos restantes países lusófonos prioritários para a ALER.