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Novos projectos de renováveis em Angola
31 de Julho de 2020
Novos projectos de renováveis em Angola

Angola está a levar a cabo várias iniciativas que permitem identificar o país como um mercado com várias oportunidades de investimento em energia renovável. É o caso de dois novos projectos privados na área das energias renováveis.

Trata-se, no primeiro caso, de uma central fotovoltaica com a capacidade inicial de 30 MWac/40MWp, que pode chegar a 80MWac/100MWp, na segunda fase, a ser construída no Lubango, capital da província da Huíla.

Em despacho, o Presidente da República autoriza a celebração de um memorando de entendimento, na óptica de um modelo de investimento privado, entre o Ministério da Energia e Águas e o consórcio das empresas Total Eren e Angola Environment Technology, Limitada para realizar estudos de viabilidade da central, no qual estão incluídos os Estudos de Impacto Ambiental e Social, de Conexão da Rede de Estabilidade Estática e de Avaliação de Performance Económica e Financeira.

Num outro despacho, o Presidente angolano autorizou a celebração de um memorando de entendimento para a realização de estudos de viabilidade com vista à construção e operação de Projectos Hidroeléctricos para independentes de raiz ao longo do rio Cuango, na província da Lunda-Norte.

Neste projecto, o memorando de entendimento é rubricado, a título de investimento privado, entre o Ministério da Energia e Águas e o consórcio de empresas ELEKTRA – Electricidade e Águas de Angola, Limitada e Angola Hydro Holdco, Limited.

Estes projectos seguem-se ao contrato de concessão celebrado em Novembro com a ENI para uma central fotovoltaica de 50 MWp na província do Namibe, como noticiado pela ALER e do acordo aprovado no Despacho Presidencial 19/20 de 10 de Fevereiro, com com o consórcio constituído pelas empresas Sun Africa LCC, M. Couto Alves-Vias, S.A., e M. Couto Alves, S.A, Associada da ALER, para a execução do projecto “Painéis Solares nas Localidades de Bailundo, Benguela, Biópio, Cuito, Lucapa, Luena e Saurimo”.

 

Fonte e Imagem © Jornal de Angola